Com o envelhecimento, o organismo passa por mudanças importantes na digestão, absorção de nutrientes e sensação de fome. Por isso, idosos geralmente apresentam melhor adaptação a quatro ou cinco refeições menores distribuídas ao longo do dia.
Especialistas explicam que essa estratégia ajuda a evitar longos períodos em jejum e facilita a ingestão adequada de nutrientes, especialmente proteínas, fundamentais para manutenção muscular e prevenção da sarcopenia.
Além disso, refeições menores podem melhorar o conforto digestivo, já que muitas pessoas acima dos 60 anos apresentam digestão mais lenta ou perda parcial do apetite. Nessa fase, a qualidade nutricional se torna ainda mais importante.
Entre os nutrientes que merecem maior atenção estão:
proteínas;
fibras;
cálcio;
vitamina D;
ferro;
líquidos para hidratação.
Nutricionistas também alertam que idosos devem evitar dietas muito restritivas sem orientação profissional, principalmente quando existem doenças crônicas associadas.