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Em caso raro, bezerro nasce com duas cabeças no interior do Maranhão; mãe sobreviveu

Anomalia congênita surpreendeu moradores de Apicum-açu. Animal não resistiu ao parto, mas vaca foi salva após receber cuidados médicos.

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  • Vaca de Apicum-açu deu à luz bezerro com duas cabeças e um corpo, uma anomalia genética rara.
  • Bezerro nasceu com quatro orelhas e duas línguas, mas não resistiu após o parto complicado.
  • Mãe recebeu tratamento veterinário e sobreviveu após aplicação de soro e antibióticos.
  • Anomalia congênita pode estar ligada a fatores genéticos ou alterações na gestação.
  • Caso reforça necessidade de acompanhamento reprodutivo em propriedades rurais.
Bezerro nasce com duas cabeças no interior do Maranhão | Foto: Reprodução/TV Mirante
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Um caso raro chamou a atenção de moradores do município de Apicum-açu, no litoral ocidental do estado. No sítio Recanto dos Monteiros, uma vaca deu à luz um bezerro com duas cabeças e um único corpo, uma anomalia genética considerada extremamente incomum.

Devido à complexidade do quadro, o filhote não resistiu logo após o parto. A mãe, no entanto, sobreviveu após receber cuidados veterinários no próprio local.

Animal apresentava características incomuns

Segundo relatos de Wilson, responsável pelo gado na propriedade, o bezerro nasceu com duas cabeças bem formadas, além de quatro orelhas e duas línguas, compartilhando o mesmo corpo. O caso surpreendeu trabalhadores da região, que afirmaram nunca ter visto situação semelhante.

Após o parto complicado, os tratadores concentraram esforços na recuperação da vaca. O animal recebeu aplicação de soro e antibióticos ainda no curral e apresentou melhora no quadro de saúde. “Foi uma alegria muito grande, porque a gente salvou uma vida. Não conseguimos salvar duas, mas pelo menos salvamos uma”, relatou Wilson.

Caso é classificado como anomalia congênita rara

De acordo com especialistas, o bezerro apresentou uma anomalia congênita rara, que ocorre durante o desenvolvimento embrionário do feto. Esse tipo de má-formação pode estar relacionado a fatores genéticos ou a alterações na fase inicial da gestação.

Casos como esse são considerados extremamente raros na pecuária e costumam ser acompanhados por veterinários para estudo das causas. A ocorrência reforça a importância do acompanhamento reprodutivo no manejo de animais de criação.

(Com informações do g1/MA)

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