- Dois cearenses são presos na Bolívia como chefes da facção PCC.
- Eles atuavam em segurança do narcotraficante uruguaio Sebastian Marset, capturado em março.
- Suspeitos enviavam armas para cidades do Ceará, incluindo Itapipoca e Fortaleza.
- Prisões são resultado de integração entre forças de segurança do Ceará e autoridades bolivianas.
Os dois cearenses apontados como chefes da facção Primeiro Comando da Capital (PCC), presos neste domingo (10) na Bolívia, atuavam na segurança do narcotraficante uruguaio Sebastian Marset, segundo informações da Polícia Federal.
Sebastian Marset era considerado um dos fugitivos mais procurados pela agência antidrogas dos Estados Unidos. Ele foi capturado em março deste ano na mesma cidade boliviana onde os cearenses estavam escondidos: Santa Cruz de La Sierra.
Os suspeitos foram localizados em uma chácara no município.
Suspeitos enviavam armas para cidades do Ceará
Investigações das forças de segurança do Ceará apontaram que os suspeitos eram investigados por enviar armas para diversas cidades cearenses.
Entre os municípios citados estão:
- Itapipoca;
- Ibiapina;
- Tianguá;
- Meruoca;
- Itapajé;
- Sobral;
- Trairi;
- Tauá;
- Guaramiranga.
As investigações também apontam atuação em bairros de Fortaleza.
Secretário destaca integração entre forças de segurança
Segundo o secretário de Segurança do Ceará, Roberto Sá, os suspeitos eram responsáveis por determinar crimes na região Norte do estado, especialmente em Itapipoca e cidades vizinhas. O secretário destacou a atuação integrada entre a Polícia Civil do Ceará, a Polícia Militar do Ceará, a Polícia Federal, a Ficco e as autoridades bolivianas para a realização das prisões.
(Com informações do g1/CE)