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Operação prende membros do CV que usavam Instagram para planejar homicídios e monitorar policiais

Operação Rastro Digital cumoriu nesta quinta (28) 12 mandados de prisão em Iguatu e Caucaia que utilizavam redes sociais para coordenar o tráfico de drogas e planejar homicídios no Ceará.

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  • Policia Civil realiza operação contra Comando Vermelho no Ceará.
  • 12 mandados de prisão cumpridos, incluindo 10 em Iguatu e uma mulher presa em Caucaia.
  • Ação contou com 62 policiais e cumpriu 20 mandados de busca e apreensão.
  • Grupo utilizava Instagram para coordenar crimes, planejar homicídios e operacionalizar tráfico de drogas.
12 mandados de prisão foram cumpridos no Ceará nesta quinta-feira (28) | Foto: Divulgação/SSPDS
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A Polícia Civil realizou, na manhã desta quinta-feira (28), uma operação no Ceará contra integrantes da facção Comando Vermelho, que utilizavam o Instagram para expandir atividades ilícitas. Segundo as investigações, os suspeitos planejavam homicídios, operacionalizavam o tráfico de drogas e até monitoravam o trabalho das forças de segurança por meio da rede social.

Prisões e mandados cumpridos

De acordo com a polícia, foram cumpridos 12 mandados de prisão. Desse total, 10 prisões ocorreram na cidade de Iguatu, uma mulher foi presa em Caucaia e outro mandado foi cumprido contra um investigado que já estava no sistema prisional. A ação contou com a participação de cerca de 62 policiais e também cumpriu 20 mandados de busca e apreensão.

Durante a operação, os agentes apreenderam dezenas de aparelhos celulares, que serão analisados e devem auxiliar na continuidade das investigações.

Instagram era usado para coordenar crimes

Segundo a Polícia Civil, o grupo criminoso utilizava o Instagram como ferramenta de comunicação, articulação e expansão das atividades ilícitas. “A plataforma era empregada para coordenar ações criminosas, planejar homicídios, operacionalizar o tráfico de drogas, realizar o monitoramento das forças de segurança e difundir informações estratégicas entre integrantes da organização”, informou a polícia.

Facção promovia intimidação e exibição de armas

As investigações apontam ainda que os suspeitos utilizavam as redes sociais para promover a organização criminosa, divulgar ações do grupo, difundir “decretos de morte” contra desafetos, realizar demarcação territorial, intimidar rivais e moradores, além de exibir armas de fogo, munições e outros materiais ligados às atividades criminosas.

(Com informações da Polícia Civil/CE)

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