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A história impressionante dos golfinhos suicidas que o Irã comprou da Ucrânia - 'Obedecem ordens, a não ser quando o assunto é música'

A imprensa americana especulou a possibilidade de que a República Islâmica possa utilizar animais adestrados para atacar navios de guerra dos Estados Unidos, tentando romper o bloqueio naval imposto por Washington. - 'Obedecem ordens, a não ser quando o assunto é música'

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'Obedecem ordens, a não ser quando o assunto é música'

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O ex-presidente do Irã, Akbar Hashemi Rafsanjani, relatou em suas memórias uma visita, em 1990, a instalações na ilha de Kish onde eram mantidos golfinhos e outros mamíferos marinhos importados da Ucrânia após o fim da União Soviética.

Segundo Rafsanjani, treinadores ucranianos acompanhavam os animais e ensinavam iranianos a cuidar deles. Durante a visita, os animais demonstraram habilidades aprendidas, o que ele descreveu como “muito interessante”.

O ex-presidente negou que os mamíferos fossem usados para fins militares, contrariando rumores divulgados pela imprensa ocidental sobre treinamento para instalação de minas marítimas. Em suas memórias, ele afirmou que os animais eram inofensivos, inteligentes e poderiam se tornar uma atração popular.

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