Para evitar que a radiação “vazasse”, os depósitos foram projetados para que não houvesse riscos de novas contaminações. Eles foram concretados, colocados em duas caixas de concreto com paredes de 50 cm de espessura e enterrados.
Para garantir que os resíduos continuem devidamente selados e não estejam causando problemas ao ambiente, técnicos do PMA (Programa de Monitoramento Ambiental) de Rejeitos Radioativos do CRCN-CO fazem análises do solo a cada três meses e verificam a qualidade das águas, da vegetação e dos sedimentos.