“Um modelo de cabine em escala real foi desenvolvido usando o Rhino 3D e simulado no Pathfinder para refletir comportamentos de movimento realistas. Os resultados mostram que nenhum dos cenários cumpriu com o requisito de evacuação em 90 segundos, sendo que o caso mais rápido exigiu 141 segundos”, continuam.
Os pesquisadores também destacam que “proporções mais altas de idosos e inadequadas levaram a tempos de evacuação mais longos e uso desigual das saídas de emergência”.
“Estas descobertas enfatizam a necessidade de identificar estratégias de assentos sensíveis à idade para melhorar a segurança da evacuação. O estudo fornece informações práticas para o projeto de aeronaves, planejamento de emergência para garantir viagens mais seguras para passageiros idosos.”
Segundo os autores, tanto a quantidade de passageiros mais velhos a bordo quanto a forma como estão distribuídos na cabine influenciam diretamente o fluxo de evacuação, o nível de congestionamento e a eficiência no uso das saídas.
“A otimização das estratégias de assentos, como a designação de lugares para passageiros idosos ou o fornecimento de orientações direcionadas, pode aumentar a eficiência da evacuação. Esta pesquisa destaca a importância de integrar considerações relacionadas à idade no planejamento de evacuação de aeronaves e apoia a criação de políticas de segurança que melhor atendam à crescente população de passageiros idosos em voos comerciais”, concluíram.