Segundo o livro The Making of a Serial Killer, Danny Rolling teve uma infância marcada por violência familiar. Seu pai, veterano da Guerra da Coreia, sofria de estresse pós-traumático e era descrito como agressivo. Na juventude, Rolling chegou a se alistar na Força Aérea dos Estados Unidos, mas foi dispensado após ser flagrado com drogas.
Nos anos seguintes, passou a cometer roubos e outros crimes, além de enfrentar problemas de saúde mental. Durante a década de 1980, foi preso diversas vezes e, em 1989, matou três pessoas após invadir uma casa. Depois disso, mudou-se para a Flórida.
Em 1990, começou a série de assassinatos que aterrorizou a região da University of Florida, matando cinco estudantes em poucos dias. Rolling foi preso meses depois por roubar uma loja, e testes de DNA o ligaram aos crimes.
Julgado pelos assassinatos, declarou-se culpado em 1994. Mesmo com relatos de transtornos psicológicos apresentados por especialistas, o júri o condenou à morte. Ele foi executado em 2006.