Advogados de Mia tentaram anular o caso, mas, nesta semana, um juiz deu sinal verdade para que a modelo fosse a julgamento, podendo ser condenada a até 11 anos de prisão pela série de crimes. "No julgamento, provaremos, sem sombra de dúvida, que a ré explorou a confiança construída por meio de relacionamentos online para obter acesso às casas das vítimas e roubá-las. Sua capacidade de influenciar outras pessoas de forma enganosa, seja pessoalmente ou online, chegou ao fim", declarou Nathan Hochman, promotor do condado de Los Angeles.
A primeira audiência do caso está marcada para 6 de abril.
Mia está em liberdade sob fiança, usando tornozeleira eletrônica, e foi proibida de se aproximar de suas supostas vítimas.