Após servir o Exército israelense, Mia abandonou a vida religiosa ultrarrestrita e seguiu aos EUA para abraçar a indústria do entretenimento adulto. No "sonho americano", a israelense ganhava a vida inicialmente como comissária de bordo e, posteriormente, com a sua página no OnlyFans, durante a pandemia de Covid-19.
"Eu queria experimentar coisas que nunca tinha experimentado. É como ir ao shopping e ter infinitas possibilidades de compras. Foi assim que me senti quando me mudei para cá. Todo mundo está disponível para ter um relacionamento sexual comigo se gostar de mim. Não é assim em Jerusalém", declarou Mia, de acordo com o "Daily Mail".