A popularização mundial da expressão também provocou controvérsias.
A Disney registrou “Hakuna Matata” como marca nos Estados Unidos para produtos e ações de merchandising ligados ao filme.
A decisão gerou críticas de ativistas e intelectuais africanos, que consideram inadequada a transformação de uma expressão tradicional em propriedade comercial privada.
Nos últimos anos, o debate ganhou força nas redes sociais, com manifestações defendendo que expressões populares e históricas não sejam monopolizadas por grandes corporações internacionais.
Entre as reivindicações levantadas estão:
- reconhecimento da expressão como patrimônio cultural coletivo;
- preservação do domínio público do termo;
- e maior participação africana em decisões envolvendo elementos culturais do continente.