Por que os Estados Unidos estão abatendo tantos OVINIs?

No começo do mês, o mundo acompanhou a trajetória de um estranho balão que cruzou o céu dos Estados Unidos.

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OVNI nos Estados Unidos | Chase Doak AFP

Nas últimas semanas, o surgimento de vários objetos estranhos no céu dos Estados Unidos tem chamado a atenção de todo o mundo. Os objetos voadores não-identificados, os famosos OVNIs, vêm sendo tratados com seriedade pelo Governo norte-americano e — quem diria — até com bastante transparência. 

No começo do mês, o mundo acompanhou a trajetória de um estranho balão que cruzou o céu dos Estados Unidos até que o governo autorizou sua derrubada no dia 4 de fevereiro. A imensa estrutura, que tinha cerca de 60 metros, voava a uma altura de 18,2 quilômetros e foi identificada como um suposto balão de espionagem chinês.

Suposto balão é apontado como OVNI no céu dos Estados Unidos | FOTO: Chase Doak/AFP

De lá para cá, outros estranhos objetos foram reportados e destruídos — mas, diferente do balão chinês, estes ainda não foram identificados.

Com tantos avistamentos ocorrendo em um espaço de tempo tão curto, muitos se perguntam o que está realmente ocorrendo no país. Estaria a América do Norte sob algum tipo de ataque ou invasão? Segundo os militares, a resposta é mais simples que isto: eles simplesmente estão olhando mais atentamente para o céu.

"Estivemos examinando mais de perto nosso espaço aéreo nessas altitudes," explicou Melissa Dalton, assistente da secretaria de defesa do Homeland Defense and Hemispheric Affairs, durante uma conferência realizada no dia 12 de fevereiro. Segundo ela, os EUA agora estão mais atentos ao que ocorre em seu espaço aéreo com ações que incluem "aprimoramentos em nossos radares, o que pode pelo menos parcialmente explicar o aumento no número de objetos detectados na última semana."

Mas o que seriam estes tais objetos desconhecidos? De acordo com Jack Weinstein, professor de segurança internacional na Boston University e tenente general aposentado da Força Aérea dos Estados Unidos, os tais OVNIs podem mesmo ser apenas balões.

Falando ao Live Science, Weinstein explicou achar que, graças ao balão espião chinês, os militares dos EUA finalmente descobriram como encontrar e rastrear objetos similares em altitudes semelhantes.

Já sobre a procedência dos tais OVNIs, Karine Jean-Pierre, secretária de imprensa da Casa Branca, revelou em pronunciamento que o governo dos Estados Unidos descartou a hipótese de se tratarem de veículos extraterrestres, mas que a origem dos objetos ainda não foi identificada.

Militares já derrubaram quatro objetos

No dia 4 de fevereiro deste ano, o governo dos Estados Unidos derrubou um imenso balão chinês que supostamente estaria sendo usado para espionar o país norte-americano. O objeto foi bombardeado por um avião caça e caiu na costa da Carolina do Sul.

Posteriormente, entre os dias 9 e 12 de fevereiro, outros três objetos menores foram avistados nos céus do continente norte-americano, tendo um deles sido abatido no Canadá e outros dois sendo derrubados nos EUA. Até o momento as autoridades ainda não conhecem a procedência destes objetos.

Objetos estranhos em outras partes do mundo

Mas não é só nos Estados Unidos onde tem se visto objetos estranhos e curiosos. Casos semelhantes foram registrados no Canadá e na China. No Japão, uma esfera de metal de cerca de 1,5 metro de diâmetro apareceu em uma praia na cidade de Hamamatsu, e as autoridades ainda não conseguiram identificar a origem do objeto, que tem cerca de 1,5 metro de diâmetro, é feito de metal e encontra-se visivelmente enferrujado.

A polícia foi acionada por um indivíduo que disse que havia algo parecido com uma mina explosiva na areia da praia de Enshuhama. Ao chegar no local, a área foi isolada e o esquadrão antibomba foi chamado. Depois de examinar o objeto com aparelhos de raio-x, foi possível constatar que a esfera é oca e não representava nenhum tipo de perigo ou risco de explosão. No entanto, não foi possível identificar o que é a esfera ou de onde ela veio.

Fonte: Com informações da CNN e  Live Science via Megacurioso



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