Segundo Barbara, a mudança ocorreu com a chegada de "swingers internacionais" a Cap d'Agde. Ela fatura com o novo perfil da localidade. "Isso tornou o lugar muito mais exclusivo, criando uma clara separação entre o público naturista original e a nova geração de visitantes adeptos do estilo de vida liberal", explicou a britânica, que administra um aplicativo de swing chamado SpicyMatch, que conecta pessoas e organiza eventos que lotam os hotéis do vilarejo.
Ruas cheias de turistas nus circulando pelos supermercados, salões de beleza e lojas de roupas sempre foram uma marca de Cap d'Agde. Mas o cenário "inocente" mudou drasticamente com a sessões de sexo a céu aberto.