Entre as possibilidades está a lipoaspiração, usada para remover depósitos de gordura localizada e redefinir determinadas áreas. Quando há indicação, a gordura retirada pode ser preparada para uma lipoenxertia, técnica que utiliza o próprio tecido do paciente para acrescentar ou remodelar regiões específicas.
A lipoenxertia glútea pode ser uma ferramenta importante quando existe indicação, porque permite utilizar a própria gordura do paciente para modificar volume e contorno. Mas é fundamental compreender que existe um limite de segurança e que a técnica exige planejamento, conhecimento anatômico e execução adequada. Não se trata simplesmente de colocar o máximo possível de gordura, alerta Jorge.
A aparência da região também pode mudar com variações de peso, gestações e envelhecimento, fatores que interferem na elasticidade da pele e na distribuição do tecido adiposo. Por isso, mesmo pessoas submetidas a técnicas semelhantes podem ter resultados distintos.
Quando o objetivo é transformar o contorno corporal, precisamos avaliar se existe excesso de gordura, falta de volume, flacidez ou uma combinação desses fatores. Cada problema tem uma estratégia diferente. É justamente por isso que copiar o procedimento de uma celebridade não significa reproduzir o mesmo resultado, afirma Marcos.