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Truque ajuda a descobrir se alguém entrou na sua conta do WhatsApp; saiba como!

Diferentes funcionalidades permitem detectar acessos não autorizados na plataforma de mensagens

Mulher manuseando celular | Foto: Imagem de Pixabay
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A empresa de cibersegurança Keepnet alertou para um aumento significativo nas técnicas de roubo de identidade que afetam usuários do WhatsApp. Segundo o relatório técnico, criminosos utilizam métodos avançados de intrusão digital, como roubo de códigos de verificação e spyware, para capturar dados sensíveis armazenados em celulares.

Como verificar acessos suspeitos no WhatsApp

O aplicativo da Meta oferece uma ferramenta que permite ao usuário verificar sessões ativas e evitar a perda de controle da conta. Para isso, basta acessar a opção “Dispositivos vinculados”, disponível no menu de configurações.

Nessa área, o usuário pode conferir:

  • Histórico de acessos

  • Tipo de dispositivo conectado (celular, tablet ou computador)

  • Sistema operacional

  • Último horário de conexão

A presença de um dispositivo desconhecido indica possível invasão. O WhatsApp permite encerrar imediatamente essas sessões pelo aparelho principal, restaurando o controle exclusivo da conta.

Golpes mais comuns usados por hackers

De acordo com a Keepnet, as ameaças mais recorrentes envolvem engenharia social, quando a vítima é induzida a fornecer informações pessoais.

O golpe mais frequente atualmente é o phishing por código QR, conhecido como quish. Nesse método, criminosos convencem usuários a escanear imagens maliciosas, que redirecionam para sites infectados. A partir disso, os golpistas obtêm credenciais de acesso, assumindo a identidade digital da vítima sem deixar sinais evidentes.

Ataques que ameaçam a segurança dos usuários

Entre os principais riscos identificados estão:

🔹 Troca de cartão SIM (SIM Swap)

Criminosos se passam pela vítima junto às operadoras de telefonia, solicitando a emissão de um novo chip com o mesmo número. Com isso, conseguem ativar o WhatsApp em outro dispositivo e assumir totalmente a conta original.

🔹 Sequestro de sessão

Esse tipo de ataque ocorre com frequência em redes Wi-Fi públicas e sem criptografia, onde dados podem ser interceptados por terceiros, permitindo o acesso indevido às contas.

🔹 Spyware e keylogging

O uso de softwares maliciosos continua sendo uma ameaça constante. O keylogging registra tudo o que é digitado no celular, capturando senhas bancárias, mensagens privadas e dados confidenciais. Segundo a Keepnet, esses spywares costumam estar ocultos em aplicativos aparentemente inofensivos ou que se passam pelo WhatsApp, podendo:

  • Roubar contatos e conversas

  • Monitorar chamadas

  • Ativar câmera e microfone sem o conhecimento do usuário

Sinais de acesso não autorizado

O WhatsApp não envia alertas automáticos em todos os casos de invasão. Por isso, o usuário deve ficar atento a comportamentos incomuns, como:

  • Alterações na foto de perfil

  • Mudanças nas informações de contato

  • Mensagens enviadas sem autorização

A lista de dispositivos vinculados é considerada a principal evidência de acesso indevido.

O que fazer em caso de invasão

Ao identificar um acesso suspeito, o usuário deve:

  1. Remover imediatamente dispositivos desconhecidos

  2. Alterar o PIN de verificação em duas etapas

  3. Evitar redes Wi-Fi públicas

  4. Não escanear códigos QR de origem desconhecida

Essas medidas ajudam a interromper o acesso dos criminosos e dificultam novas tentativas de invasão.

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