- Cesinha Garcia se pronunciou após ser acusado de invadir o camarim do cantor Álvaro Neto durante show em Campo Maior.
- Ele admitiu ter "excedido na bebida" e causado danos ao espaço, incluindo a comida e objetos.
- O cantor piauiense Álvaro Neto denunciou os atos de vandalismo em suas redes sociais, afirmando que foram registrados danos à porta do camarim e espalhamento de alimentos.
- A equipe de Álvaro Neto está tomando medidas cabíveis contra Cesinha Garcia.
Cesinha Garcia se pronunciou após ser acusado de invadir o camarim do cantor Álvaro Neto durante show no município de Campo Maior (a 84 km de Teresina).
‘’Eu estava bebendo, encontrei amigos da infância que não via há tempos. Me excedi na bebida como acontece com todo mundo, fui descer do palco para ir no banheiro, tomei a liberdade de entrar no camarim do Àlvaro, que era o mesmo camarim que a gente tinha usado, mexi na comida e acabei bagunçando, estava bebendo e fiz besteira’’, iniciou.
''Estou aqui para pedir desculpas, pedir a compreensão do Álvaro, de toda equipe. A gente é amigo de profissão e sempre nos demos bem demais (...) Só deixar claro que eu não quebrei nada no camarim, apenas mexi na comida e baguncei. Foi uma situação que infelizmente aconteceu e não tenho como voltar pra fazer diferente, mas tenho como pedir desculpas e assumir meu erro’’, completou.
O QUE ACONTECEU
O cantor piauiense Álvaro Neto denunciou em suas redes sociais que o cantor Cesinha Garcia invadiu seu camarim sem autorização e causou vários danos ao espaço durante show neste domingo (31). A confusão aconteceu no município de Campo Maior.
“Foram registrados atos de vandalismo, incluindo a destruição de objetos, danos à porta do camarim e o espalhamento de alimentos por todos o local. Todo o ocorrido foi filmado e documentando, e possuímos provas dos fatos relatados”, diz o comunicado.
Segundo a equipe do artista, as medidas cabíveis estão sendo tomadas. “Nossa equipe sempre trabalhou com respeito, profissionalismo e dedicação ao público, aos contratantes e aos colegas de profissão. Por isso, não podemos nos calar diante de uma situação tão grave”, completou.