A Justiça da Bahia negou o pedido de tutela de urgência no processo que irá julgar a denúncia feita contra Claudia Leitte pelo Ministério Público. A ação, que acusa a cantora de intolerância religiosa, pede a condenação em R$ 2 milhões por dano moral coletivo.
Ela virou alvo do MPBA após a polêmica troca do nome da divindade do orixá Iemanjá por Yeshua, referente a Jesus em hebraico, enquanto cantava a música ‘Caranguejo’ durante show realizado em 2024.
Na decisão, que veio a público nesta quinta-feira (29), a Justiça reconhece que não há evidências que justifiquem risco iminente de que a substituição feita por Leitte possa configurar ato de racismo ou de apropriação do patrimônio cultural das religiões de matrizes africanas.
Na época, Claudia chegou a se pronunciar sobre o assunto. ''Eu sou baiana, tenho orgulho de ser baiana. Eu sou cantora de axé music e tenho orgulho de ser cantora de axé music'', afirmou em entrevista ao jornalista Dinho Júnior.