A equipe de Anitta desmentiu os rumores de que a cantora teria entrado com uma ação judicial contra uma empresa farmacêutica fabricante de vermífugos, relacionada ao uso não autorizado de seu nome artístico em todo e qualquer segmento de produtos e serviços. A informação foi divulgada pelo colunista Daniel Nascimento, do jornal O Dia.
Segundo o comunicado, o que houve foi uma disputa na esfera administrativa do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), responsável pelo registro de marcas no Brasil.
''A controvérsia surgiu quando a farmacêutica tentou registrar a marca ‘Anitta’ (com dois t) para produtos de cosméticos, ajustando a grafia do medicamento ‘Annita’ (com dois n) coincidindo exatamente com o nome artístico da cantora’’, diz o texto.
A assessoria diz ainda que após a tentativa de registro, foi protocolada uma manifestação de posição, procedimento típico no direito marcário quando há sinais de violação à Lei da Propriedade Industrial (LPI).
''Essa oposição não veio apenas da cantora Anitta, mas também de outros titulares de marcas registradas na mesma categoria de cosméticos’’, seguiu.
''Em 7 de outubro de 2025, o INPI indeferiu o pedido de registro da marca ‘Anitta’ apresentado pela farmacêutica. A decisão fundamentou-se na existência de registros anteriores no mesmo segmento mercadológico e na constatação de que houve reprodução não autorizada do nome artístico da cantora Anitta, o que poderia causar confusão ou associação indevida entre os consumidores’’, completou.