- Camilly Victória compartilhou clique raro ao lado da namorada Amber Marie, que é artista e modelo norte-americana.
- O relacionamento discreto entre Camilly e Amber começou no ano passado, com aparições em eventos e cliques familiares.
- Camilly desabafou sobre a pressão social para ser heterossexual, chamada de "heterossexualidade compulsória".
- A cantora destacou que a sociedade impõe padrões de felicidade ligados a relacionamentos heterossexuais.
- Amber Marie tem 22 anos, 576 seguidores no Instagram e mostra rotina de trabalhos e dia a dia.
Camilly Victória, filha de Carla Perez e Xanddy, compartilhou um clique raro ao lado de sua nova namorada, Amber Marie.
Mantendo o romance longe dos holofotes, a cantora abriu uma caixinha de perguntas no Instagram e assumiu o namoro. “Você namora?”, questionou uma seguidora, que foi imediatamente respondida com uma foto e um 'sim senhora'.
O relacionamento discreto de Camilly e Amber teve início no ano passado. Em junho, as duas começaram a circular juntas e chegaram a aparecer em um teaser de videoclipe.
No início deste mês, a ex-loira do ‘É o Tchan’ compartilhou o clique de um passeio de barco para comemorar os 66 anos de Dona Judite Meneses, mãe de Xanddy. No registro familiar, a herdeira aparece sorridente ao lado da amada.
Quem é a nora de Carla e Xanddy?
Amber Marie tem 22 anos é artista e modelo norte-americana, tem apenas 576 seguidores no Instagram e costuma mostrar sua rotina de trabalhos, como um ensaio para uma marca de moda urbana e fotos do seu dia a dia.
Desabafo
Na última quarta-feira (15), Camilly Victória afirmou que já passou pelo processo que definiu como "heterossexualidade compulsória" — termo usado para descrever a pressão social para que mulheres se relacionem com homens.
"Além de sexualidade ser fluida, muitas lésbicas também passam pela heterossexualidade compulsória. Eu mesma passei por isso e sei como às vezes leva tempo para entender o que a gente realmente sente", disse.
Segundo a jovem, a sociedade muitas vezes impõe um padrão de felicidade ligado a relacionamentos heterossexuais, o que pode dificultar o autoconhecimento.
"A sociedade também faz a gente crescer acreditando que, para ser feliz, precisa encontrar ‘o homem da sua vida’, casar, ter filhos e seguir um caminho muito específico. Então, muitas vezes a gente acaba tentando se encaixar nisso antes de conseguir olhar de verdade para o que sente", completou.