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Novo vídeo íntimo falso de Juliano Floss e Jonas circula na web: ''Assustador''

O conteúdo envolvendo os dois ex-BBBs foi criado por inteligência artificial e está circulando nas redes sociais deste o início da semana

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  • Juliano Floss e Jonas Sulzbach foram vítimas de deepfake íntimo criado por inteligência artificial e circulado nas redes sociais.
  • Ex-namorado de Marina Sena prometeu acionar a Justiça após vazamento de vídeo envolvendo os dois ex-BBBs.
  • Internautas reagiram ao conteúdo, destacando o realismo e a falta de respeito com a divulgação de imagens falsas.
  • Produção de deepfake íntimo é crime no Brasil, com pena de detenção e multa prevista no Código Penal.
  • Lei nº 15.487, sancionada em agosto de 2026, amplia proteção contra violência sexual digital envolvendo inteligência artificial.
Juliano Floss e Jonas Sulzbach | Reprodução/Instagram
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Juliano Floss e Jonas Sulzbach foram novamente vítimas de um deepfake de sexo. O conteúdo envolvendo os dois ex-BBBs foi criado por inteligência artificial e está circulando nas redes sociais deste o início da semana.

O ex-namorado de Marina Sena chegou a se pronunciar no X (antigo Twitter) quando vazou o primeiro vídeo e prometeu acionar a Justiça. “Anotando nome por nome. Não me dá trabalho nenhum achar e processar alguém que está cometendo um crime contra mim. Tem gente que acha que aqui é terra de ninguém só porque não tem o nomezinho e CPF'', escreveu.

Os internautas reagiram às imagens. ‘’Esses pornôs do Jonas e Juliano me assustam com o nível de perfeição que essas edições chegaram’’, disse um. ‘’Assustador de como parece ser tão real’’, escreveu outro. ‘’Que falta de respeito. O povo continua fazendo porque tem certeza da impunidade’’, opinou uma terceira.

Juliano Floss e Jonas Sulzbach Foto: Reprodução/Instagram

Criar deepfake íntimo é crime no Brasil

A legislação brasileira já prevê punição para a produção de montagens que coloquem uma pessoa em cenas íntimas sem autorização. O artigo 216-B do Código Penal estabelece como crime realizar montagem em fotografia, vídeo, áudio ou outro registro com o objetivo de incluir alguém em cena de nudez ou ato sexual ou libidinoso de caráter íntimo.

A pena prevista é de detenção de seis meses a um ano e multa. 

A legislação também vem sendo atualizada para lidar especificamente com crimes praticados com inteligência artificial. Em agosto de 2026, foi sancionada a Lei nº 15.487, que ampliou a proteção de crianças e adolescentes contra violência sexual digital e passou a prever expressamente situações envolvendo imagens manipuladas ou geradas por inteligência artificial.

No caso de adultos, a aplicação da legislação depende das circunstâncias do conteúdo produzido e da conduta de quem criou, divulgou ou utilizou o material. Além da criação da montagem, outras práticas relacionadas à divulgação de conteúdo íntimo podem gerar consequências criminais e civis..

*** As opiniões aqui contidas não expressam a opinião no Grupo Meio.
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