- Rodrigo Branco foi condenado a indenizar Thelma Assis por falas racistas em live de 2020.
- O empresário pediu desculpas e destacou que não recorreu da decisão e quitou a indenização.
- Branco afirmou que o momento foi difícil, mas marca o fechamento de um ciclo de aprendizado.
- Vários famosos, como Xuxa Meneghel e Deborah Secco, saíram em defesa de Branco.
- Os comentários destacaram a importância de assumir responsabilidade e aprender com erros.
Rodrigo Branco se pronunciou após ser condenado a indenizar Thelma Assis pelas falas racistas contra a ex-BBB durante live em 2020.
Em vídeo publicado nas redes sociais, o empresário pediu desculpas e afirmou que espera que toda a situação sirva de exemplo na luta contra o racismo. Ele também destacou que não recorreu da decisão, além de ter quitado os R$ 76.061,07 estabelecidos pela Justiça.
‘’Eu entendo que assumir a responsabilidade é parte do aprendizado, estou pagando pelo que eu fiz e faço isso de cabeça erguida. Ao mesmo tempo que para mim esse momento foi extremamente difícil, marca o fechamento de um ciclo da minha vida. Foram 6 anos de aprendizado, reflexão e muitas conversas difíceis e mudanças de como eu vejo as coisas’’, iniciou.
''Aprendizado nunca termina com uma sentença, pagamento ou vídeo de desculpas, é um exercício diário (..) A verdade é que durante esses seis anos minha vida sempre continuou sendo pública, eu moro na mesma casa há 8 anos, minha vida é exposta diante de milhões de pessoas por decisão minha. Nunca desapareci, nunca tentei fugir das consequências’’, completou.
Nos comentários, vários famosos saíram em defesa de Branco. ‘’Achei de muita coragem e valia o que você fez. Errei muito e estamos aqui para aprender e tentar errar menos’’, escreveu Xuxa Meneghel. ‘’Pessoas não são descartáveis. A gente erra, aprende, se responsabiliza pelos nossos erros e faz diferente’’ disse Deborah Secco. ‘’Reconhecer uma falha exige humildade, e transformar esse aprendizado em uma mensagem de respeito ao próximo demonstra maturidade,’’ opinou Simone Mendes.