O empresário Jorge Santana, primo de Dinho e CEO da marca Mamonas Assassinas, revelou que a jaqueta encontrada durante a exumação dos integrantes da banda não pertencia ao vocalista. A declaração foi dada ao jornalista Daiton Meireles, do Jornal da Tarde Piauí, na Rádio Jornal Meio Norte nesta quinta-feira (26).
Os corpos dos músicos foram exumados na última segunda-feira (23) no Cemitério Primaveras, em Guarulhos, região metropolitana de São Paulo. A jaqueta com a marca da banda foi encontrada intacta sobre o caixão de Dinho e surpreendeu os familiares.
“Essa jaqueta, ela não fora a jaqueta que o Dinho usava. Quando foi fazer o enterro, alguém da equipe foi e colocou em cima do caixão. Então assim, é uma jaqueta do qual pertenceu à equipe, pertenceu a todo aquele movimento, mas não necessariamente fora a jaqueta que o Dinho usava”, disse.
A exumação ocorreu em comum acordo com os familiares para que parte das cinzas seja utilizada no plantio de cinco árvores no BioParque Cemitério, onde será criado um memorial à banda. A novidade foi divulgada no último sábado (21) por meio das redes sociais oficiais da banda e também do cemitério.
“Essa jaqueta ficou por 30 anos lá na gaveta. Ele pode até ter usado, não vamos descartar. Mas na verdade é isso. É que algumas pessoas ‘a porque não estava no caixão’, não estava no caixão, estava na parte de fora e ela estava em um estado de conservação muito bom”, destacou.
O grupo teve a trajetória interrompida em março de 1996, após um show em Brasília. No retorno para casa, o jatinho que transportava os integrantes colidiu contra a Serra da Cantareira, provocando a morte de todos os ocupantes.