- Foo Fighters, Maroon 5 e Elton John participam do Rock in Rio 2026, que ocorrerá em setembro no Rio de Janeiro.
- O festival espera movimentar mais de R$ 3 bilhões na economia fluminense com a presença de milhares de visitantes.
- Vendas de ingressos estão 20% acima da edição anterior, com 55% dos compradores fora do Rio de Janeiro.
- O Rock in Rio 2024 gerou R$ 3 bilhões na economia local, com gastos de R$ 78 milhões apenas nos dias de evento.
- O turismo musical cresce globalmente, com projeção de R$ 1,5 trilhão no mercado até 2030, impulsionado por grandes festivais.
Foo Fighters, Maroon 5, Elton John e dezenas de outros artistas internacionais prometem transformar o Rio de Janeiro na capital mundial da música durante o Rock in Rio 2026. O festival acontece nos dias 4, 5, 6, 7, 11, 12 e 13 de setembro.
Segundo a organização, as vendas estão 20% maiores em relação à edição anterior, com 55% dos ingressos adquiridos por pessoas que vivem fora do estado do Rio de Janeiro. Em 2024, cerca de 420 mil pessoas passaram pela Cidade do Rock, com destaque para visitantes de São Paulo e Minas Gerais. Para este ano, a expectativa é de uma movimentação turística ainda maior.
O impacto também deve ser sentido nos cofres do estado. A estimativa é que o Rock in Rio 2026 movimente aproximadamente R$ 3,36 bilhões na economia fluminense, considerando os gastos de turistas e moradores com transporte, hospedagem, alimentação, comércio e serviços durante o período do festival.
A edição também reforça o crescimento do chamado turismo musical, segmento que movimenta fãs de diferentes partes do país e do mundo em busca de grandes shows e festivais. Por isso, especialistas recomendam planejamento antecipado para quem pretende viajar ao Rio, principalmente na hora de garantir hospedagem, transporte e ingressos.
Os números da edição de 2024 ajudam a explicar a força do evento. Na ocasião, todos os ingressos do Rock in Rio Card foram vendidos em apenas 56 minutos, enquanto o festival movimentou cerca de R$ 3 bilhões na economia local. Somente durante os dias de evento, os participantes gastaram mais de R$ 78 milhões diretamente, e o comércio carioca registrou faturamento 24% superior ao período habitual.
O fenômeno não é exclusivo do Brasil. O turismo musical vem ganhando espaço em diferentes países, impulsionado pela retomada das viagens e pela procura por experiências presenciais. Estudos da Grand View Research apontam que o mercado global do segmento deve alcançar cerca de R$ 1,5 trilhão até 2030.
Com uma programação recheada de grandes nomes internacionais e a expectativa de receber milhares de visitantes de fora do estado, o Rock in Rio 2026 deve movimentar não apenas a Cidade do Rock, mas toda a cadeia turística e de serviços do Rio de Janeiro.