Brasil precisa vencer todos os jogos para avançar no GP

A seleção brasileira feminina de vôlei entra em quadra às 15h.

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A seleção brasileira feminina de vôlei entra em quadra às 15h, contra a Bélgica, com a corda no pescoço: precisa vencer esta e as outras duas partidas desta etapa do Grand Prix, em Cuiabá (MT), contra Holanda (amanhã) e Estados Unidos (domingo), para avançar às finais que serão em Nanjing, na China, de 2 a 6 de agosto. Globo e o Sportv 2 exibirão ao vivo. A Sérvia lidera a classificação geral, seguida pela Holanda, EUA, Itália e China.

Atual campeã e dona de onze títulos, a equipe de José Roberto Guimarães ocupa a sétima colocação na classificação geral e corre o risco de não ficar entre as cinco melhores, algo que não acontece desde 2003.

Mas, o treinador, que não esconde a preocupação com o cenário, evitou comentar sobre uma possível eliminação. Foca no trabalho para a renovação e diz que o time não conseguiu treinar o suficiente:

— O Brasil chega em condição razoável. Tivemos problemas seríssimos para conseguir treinar durante o período fora do Brasil, exceto na Turquia. É muito prematuro falarmos ‘se’ ou ‘talvez’ não classificar. Vamos esperar e, se for o caso, comentarei — desconversa Zé Roberto. — Não é desculpa pelos resultados mas o que falta é treino. Estamos cometendo muitos erros que são resultado disso. Nosso bloqueio é o que tem feito mais a sua parte mas a defesa deixa a desejar. O passe também preocupa. É preciso repetir, treinar, para jogar bem. O time poderia estar melhor.

A levantadora Roberta, que pecou principalmente nas derrotas para Tailândia (3 a 0, algo inédito) e Japão (3 a 2, não acontecia desde 2010), terá nesta fase Macris como reserva. Macris, ex-Brasília e que defenderá o Minas na Superliga, foi eleita a melhor na posição no torneio 2016/2017.

— Roberta está em fase de aprendizado. É a primeira vez que é efetivada como titular de um torneio como o Grand Prix e passa por várias experiências importantes para seu crescimento — avalia Zé Roberto.

Natália, que jogou mal contra a Tailândia, deve continuar no passe. A ponteira, que já fez a vez de oposta, tornou-se a capitã da seleção neste ano.

— Ela é importante mas também precisa evoluir, com experiências e nas dificuldades — fala o treinador.

Natália diz que as derrotas não trazem insegurança e que prejudicaram, essencialmente, a pontuação geral:

— Não podíamos perder para a Tailândia e para o Japão. Foram pontos desperdiçados. Mas, claro que fico chateada quando não jogo bem. Faz parte do esporte. Estou com a cabeça forte para essa fase, para desempenhar meu papel da melhor maneira possível. — analisou a atacante. — Não digo insegurança. Sempre trabalhamos para fazer o melhor, mas alguns dias nada funciona. Muitas jogadoras precisam atuar mais e é bom enfrentarmos rivais fortes para criar uma identidade.



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