- Lionel Messi pode disputar a Copa Libertadores em 2027, segundo informações da imprensa internacional.
- A Conmebol estuda projeto de expansão da competição para incluir clubes da MLS e mexicanos.
- O Inter Miami, equipe de Messi, já conversou com a Conmebol sobre participação na Libertadores.
- Equipes mexicanas podem retornar à competição, mas enfrentam obstáculos políticos e logísticos.
A possibilidade de Lionel Messi disputar a Copa Libertadores deixou de ser apenas especulação de bastidores e começa a ganhar força dentro do futebol sul-americano. Segundo informações divulgadas pela imprensa internacional, a Conmebol estuda um projeto de expansão da competição a partir de 2027, abrindo espaço para clubes da MLS e também do futebol mexicano.
A ideia vem sendo chamada informalmente de “SuperLibertadores” e teria como principal objetivo ampliar o alcance comercial e global do torneio. O plano incluiria convidados da Concacaf, repetindo um modelo já utilizado no passado com equipes mexicanas entre os anos de 1998 e 2016.
O grande atrativo da possível mudança seria justamente a presença do Inter Miami, equipe de Lionel Messi. O dono do clube norte-americano, Jorge Mas, confirmou recentemente que já conversou com o presidente da Conmebol, Alejandro Domínguez, sobre uma eventual participação da franquia na principal competição do continente.
A movimentação acontece em meio ao crescimento da MLS no cenário internacional e ao impacto global provocado pela chegada de Messi aos Estados Unidos. Nos bastidores, dirigentes enxergam a possibilidade de elevar audiências, contratos comerciais e exposição mundial da Libertadores caso clubes norte-americanos passem a integrar o torneio.
Além do Inter Miami, equipes mexicanas também poderiam retornar à competição. O futebol do México tem histórico relevante na Libertadores, com clubes chegando a finais importantes, como Cruz Azul, Chivas e Tigres, embora nunca tenham conquistado o título.
Apesar do entusiasmo, a proposta ainda enfrenta obstáculos políticos e logísticos. A entrada de clubes da Concacaf dependeria de negociações entre as confederações, além de ajustes profundos no calendário do futebol sul-americano. As longas viagens entre América do Sul, México e Estados Unidos também preocupam dirigentes e clubes.
Outro desafio envolve o equilíbrio esportivo. Enquanto parte dos dirigentes vê a expansão como oportunidade histórica para transformar a Libertadores em um produto continental ainda mais forte, críticos temem perda de identidade da competição e aumento do desgaste físico das equipes.
Nos bastidores da Conmebol, porém, o entendimento é que a presença de Messi poderia representar um salto sem precedentes de audiência e interesse internacional. A possibilidade de confrontos entre o Inter Miami e gigantes brasileiros já movimenta torcedores nas redes sociais.