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“Mão Santa”: entenda a origem do apelido de Oscar Schmidt que marcou sua carreira

Ícone do basquete marcou quase 50 mil pontos e se tornou um dos maiores cestinhas da história

Oscar Schmidt durante jogo pela seleção brasileira | Foto de Doug Pensinger/Getty Images
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Oscar Schmidt construiu uma das carreiras mais emblemáticas do basquete mundial. Conhecido pela precisão nos arremessos, o brasileiro ficou eternizado com o apelido de “Mão Santa”, em referência à sua capacidade de pontuar com regularidade impressionante.

Ao longo da carreira, foram 49.737 pontos em 1.615 jogos profissionais, média de 30,7 pontos por partida. Apesar do apelido consagrado, Oscar sempre fez questão de relativizar o dom e destacar o trabalho como principal fator de sucesso.

Em entrevistas e palestras, o ex-jogador costumava dizer que preferia ser chamado de “Mão Treinada”, reforçando a ideia de que sua precisão era resultado de repetição, disciplina e dedicação ao longo dos anos. Esse discurso se tornou uma das marcas de sua trajetória após a aposentadoria, em 2003.

Números históricos no basquete mundial

Mesmo com o discurso de humildade, os números colocam Oscar entre os maiores pontuadores da história do esporte. Ele é o segundo maior cestinha do basquete mundial, atrás apenas de LeBron James, que ultrapassou recentemente a marca dos 50 mil pontos.

Ao longo da carreira, Oscar foi 50 vezes cestinha em competições profissionais, desempenho que incluiu atuações marcantes em três edições dos Jogos Olímpicos (1988, 1992 e 1996) e no Campeonato Mundial de 1990.

Além disso, acumulou títulos e destaque em competições nacionais e continentais, consolidando-se como uma das maiores referências da história do basquete.

Oscar Schmidt, um dos maiores nomes da história do basquete brasileiro e mundial, morreu nesta sexta-feira (17), aos 68 anos. O ex-jogador estava internado em um hospital de São Paulo. No momento, a causa da morte não foi divulgada.

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