- Ministério do Esporte adiou reunião com clubes e federações prevista para terça-feira em Brasília.
- Adiamento ocorreu por dificuldades logísticas e horários de voos para participação dos representantes.
- Reunião havia sido convocada para discutir impactos da medida provisória que proibiu apostas no Brasil.
- Clubes e federações manifestam preocupação com impacto financeiro da proibição de bets e patrocínios.
- Novo horário e data serão definidos posteriormente e comunicados à CBF para repasse aos envolvidos.
O Ministério do Esporte adiou a reunião com clubes das Séries A, B, C e D do Campeonato Brasileiro e com as federações estaduais que estava prevista para esta terça-feira (29), às 15h, em Brasília. Ainda não há nova data definida para o encontro.
Ministério cita dificuldades de deslocamento
Em ofício encaminhado ao presidente da CBF, Samir Xaud, o ministro do Esporte, Paulo Henrique Perna Cordeiro, informou que o adiamento ocorreu por questões logísticas.
Segundo o documento, a proximidade da reunião e os horários disponíveis de voos poderiam dificultar a participação de representantes dos clubes e das federações. O objetivo, conforme o ministério, é garantir maior presença no encontro.
A nova data e o horário serão definidos posteriormente e comunicados à CBF, que ficará responsável por repassar as informações aos clubes das quatro divisões nacionais e às federações estaduais.
Fim das bets está na pauta
A reunião havia sido convocada após a medida provisória que proibiu a operação, oferta, intermediação e publicidade das bets no Brasil. O encontro teria como objetivo discutir os impactos da medida e alternativas para o futebol brasileiro.
Entre os pontos discutidos pelo governo estão possíveis medidas de apoio financeiro aos clubes, incluindo alternativas relacionadas a crédito.
Clubes discutem impacto nos patrocínios
A medida afeta contratos de patrocínio de casas de apostas, que estão presentes em camisas e outros espaços comerciais de clubes de futebol.
Dirigentes de diferentes clubes e entidades do futebol manifestaram preocupação com os efeitos financeiros da proibição e defendem a manutenção de um mercado regulado. A questão também motivou articulações entre clubes e federações após a publicação da MP.