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Quanto custa curtir a Copa do Mundo de futebol hospedado em Miami?

Apesar da expectativa inicial, hotéis nos EUA — inclusive em Miami — registram demanda abaixo do previsto, com tarifas até um terço menores em relação ao início do ano

Taça da Copa do Mundo 2026, que terá Estados Unidos, Canadá e México como sede | Foto: Reprodução/FIFA
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Mais de 70 mil brasileiros devem viajar aos Estados Unidos para acompanhar a Copa do Mundo de 2026. Uma parte significativa deve escolher Miami como base durante o torneio. O levantamento é da Nomad, divulgado pela Exame.

A cidade será palco da disputa de terceiro lugar, no Hard Rock Stadium, no dia 18 de julho. A edição de 2026 será histórica, com:

  • 48 seleções (antes eram 32)
  • 104 partidas
  • Jogos distribuídos entre Estados Unidos, México e Canadá

Quanto custa acompanhar a Copa

Segundo o estudo, os gastos variam bastante conforme o estilo de viagem:

Econômico

  • Hospedagem em regiões como aeroporto ou Downtown
  • Transporte gratuito (como o Metromover)
  • Alimentação mais acessível
    Custo médio: R$ 8.680 (7 dias)

Intermediário

  • Hospedagem em bairros como Brickell ou South Beach
  • Aluguel de carro
  • Restaurantes tradicionais
    Custo médio: R$ 14.800

Luxo

  • Hotéis cinco estrelas
  • Serviços exclusivos
    Acima de R$ 30.400

Localização influencia na experiência

A escolha do bairro impacta diretamente no custo e na vivência:

  • South Beach: perfil turístico, praia e vida noturna
  • Brickell e Downtown: ambiente urbano e sofisticado
  • Doral e entorno do aeroporto: opções mais econômicas

Mobilidade e passeios

Usar Miami como base permite deslocamentos rápidos para cidades próximas, como:

  • Fort Lauderdale
  • Palm Beach
  • Hollywood

Também é possível fazer uma road trip pela Overseas Highway até Key West.

Atrações além do futebol

O estudo destaca pontos turísticos que aumentam o apelo da viagem:

  • Wynwood Walls
  • Vizcaya Museum and Gardens
  • Ocean Drive

Demanda abaixo do esperado pode ajudar

Apesar da expectativa inicial, hotéis nos EUA — inclusive em Miami — registram demanda abaixo do previsto, com tarifas até um terço menores em relação ao início do ano. Na prática, isso pode beneficiar quem ainda planeja a viagem, já que o custo final dependerá principalmente de planejamento e escolhas com hospedagem, transporte e alimentação.

(Com informações da Exame.com)

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