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Copa do Mundo de 2026 deve marcar despedida de geração histórica do futebol - Rivalidade histórica marcou uma era

Mundial nos Estados Unidos, Canadá e México deve encerrar ciclo de craques que dominaram o esporte nas últimas duas décadas e abrir espaço para nova geração de protagonistas - Rivalidade histórica marcou uma era

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Rivalidade histórica marcou uma era

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Desde o fim dos anos 2000, Messi e Cristiano Ronaldo monopolizaram premiações individuais, quebraram recordes históricos e protagonizaram uma rivalidade que marcou a era moderna do futebol.

O auge da disputa aconteceu durante os anos em que defenderam FC Barcelona e Real Madrid Club de Fútbol no futebol espanhol.

Outros veteranos também devem encerrar ciclos

A Copa de 2026 também pode representar a despedida de outros grandes nomes do futebol europeu e sul-americano.

Na Croácia, Luka Modrić chegará ao torneio aos 40 anos após liderar a melhor geração da história do país, vice-campeã mundial em 2018 e terceira colocada em 2022.

Na Alemanha, Manuel Neuer caminha para encerrar sua trajetória internacional também aos 40 anos.

Campeão mundial em 2014, Neuer revolucionou a posição de goleiro ao atuar de forma mais avançada e participar diretamente da construção ofensiva das equipes.

Outro nome que deve disputar seu último Mundial é Kevin De Bruyne, líder da chamada “geração de ouro” da Bélgica.

Nova geração assume protagonismo

Ao mesmo tempo em que grandes ídolos se despedem, a Copa de 2026 também marcará a consolidação definitiva da nova geração do futebol mundial.

Kylian Mbappé, Jude Bellingham, Erling Haaland e Lamine Yamal chegam ao torneio já como protagonistas de uma nova era, cada vez mais distante do domínio protagonizado por Messi e Cristiano Ronaldo.

Desde a Copa do Mundo de 2006, na Alemanha, Messi e Cristiano estiveram juntos em todas as edições do torneio.

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