- Delegado Victor Tuttman explicou diferenças entre figurinhas originais e falsificadas.
- Falsificadas têm papel grosso, poroso e impressão de baixa qualidade.
- Apreensão de 200 mil itens falsos ocorreu no bagageiro de um ônibus na Baixada Fluminense.
- Material seria vendido na Região Metropolitana do Rio de Janeiro, segundo a polícia.
O delegado titular da Delegacia de Repressão aos Crimes contra a Propriedade Imaterial (DRCPIM), Victor Tuttman, explicou algumas diferenças entre as figurinhas originais e falsificadas do álbum da Copa do Mundo após a apreensão de 200 mil itens falsos no bagageiro de um ônibus na Baixada Fluminense.
Qualidade da embalagem e impressão denunciam falsificação
Segundo Victor Tuttman, as principais diferenças estão na qualidade da embalagem e da impressão das figurinhas.
Primeiro, é importante frisar que a editora que fabrica as figurinhas tabelou um valor. Se a oferta do valor for menor, o comprador já tem que ficar atento que pode ser falsificada.
O delegado destacou ainda características físicas do material apreendido.
A falsificada tem um papel mais grosso, poroso, e até a qualidade das figurinhas. Tem uma diferença nítida na impressão de qualidade. Essas falsas são mais opacas e têm resolução pior em relação às verdadeiras.
Material seria vendido na Região Metropolitana
A apreensão ocorreu na noite desta quinta-feira (21) e, de acordo com a polícia, o material seria comercializado na Região Metropolitana do Rio de Janeiro. As figurinhas apreendidas serão submetidas à perícia e posteriormente inutilizadas por violarem direitos de imagem e normas de proteção ao consumidor.
A investigação segue em andamento para identificar a rota de circulação das falsificações, localizar o ponto de produção do material e esclarecer como as figurinhas seriam distribuídas no estado.