Segundo Amanda, tudo começou ainda durante a gravidez do primeiro filho do casal. Ela contou que o irmão dela, Dudu, passou a chamá-la de “grá”, uma forma abreviada e carinhosa de falar “grávida”.
Ao mesmo tempo, familiares começaram a se referir ao filho apenas como “o bebê”.
“Todo mundo perguntava ‘como está o bebê?’, ‘como está o neném?’”, explicou. Com o tempo, o apelido virou uma espécie de piada interna da família.