- O presidente da Fifa, Gianni Infantino, recebeu um salário bruto total de R$ 25 milhões em 2025.
- Infantino recebeu um salário-base bruto de R$ 13,5 milhões e um bônus de R$ 11,5 milhões.
- A Fifa passou a divulgar oficialmente os salários de seus principais dirigentes em 2019.
- O total recebido por Infantino em 2025 foi cerca de 65% superior ao valor registrado no primeiro relatório divulgado pela Fifa em 2019.
O presidente da Fifa, Gianni Infantino, recebeu um salário bruto total de 4,8 milhões de dólares em 2025, valor equivalente a aproximadamente R$ 25 milhões na cotação atual. As informações constam no relatório de transparência divulgado pela própria entidade em seu site oficial. O pagamento será efetuado ao dirigente ao longo de 2026.
De acordo com o documento, Infantino recebeu um salário-base bruto de 2,6 milhões de dólares (cerca de R$ 13,5 milhões). Além da remuneração fixa, o dirigente teve direito a um bônus de 2,2 milhões de dólares (aproximadamente R$ 11,5 milhões).
A Fifa informou que os valores dos bônus variam de acordo com critérios estabelecidos pela entidade e podem sofrer alterações de um ano para outro.
Divulgação dos salários começou em 2019
A Fifa passou a divulgar oficialmente os salários de seus principais dirigentes a partir de 2019, como parte de sua política de transparência institucional. Naquele primeiro relatório, Gianni Infantino recebeu uma remuneração bruta total de 2,9 milhões de dólares, entre salário-base e bônus, valor que atualmente corresponde a cerca de R$ 15 milhões.
Comparando os números divulgados desde o início da política de transparência, observa-se um aumento significativo na remuneração do presidente da entidade. O total recebido por Infantino em 2025 foi cerca de 65% superior ao valor registrado no primeiro relatório divulgado pela Fifa em 2019.
Infantino está no comando da Fifa desde 2016
Gianni Infantino assumiu a presidência da FIFA em 2016, após a saída de Sepp Blatter. Desde então, liderou mudanças administrativas, a ampliação da Copa do Mundo para 48 seleções e a expansão de diversas competições organizadas pela entidade.
O dirigente foi reeleito por aclamação pelas 211 associações filiadas à Fifa durante o congresso realizado em março de 2023. Com isso, seu atual mandato como presidente da entidade máxima do futebol mundial está garantido até 2027.
Fifa vive período de expansão financeira
A divulgação da remuneração ocorre em um momento de forte crescimento das receitas da Fifa, impulsionadas principalmente pelos direitos de transmissão, patrocínios e pela realização da Copa do Mundo FIFA 2026, considerada a maior edição da história do torneio, com a participação de 48 seleções.