As buscas pelos irmãos Ágatha Isabelle e Alan Michael, desaparecidos desde 4 de janeiro, completaram dois meses sem novas pistas sobre o paradeiro das crianças no interior do Maranhão.
De acordo com o Corpo de Bombeiros Militar do Maranhão, as estratégias foram modificadas. Agora, as equipes realizam varreduras terrestres e aquáticas apenas quando surgem indícios concretos, que possam apontar possíveis locais onde as crianças possam estar.
Desde o desaparecimento, uma grande operação foi mobilizada com apoio de:
cães farejadores
drones
helicópteros
equipes de bombeiros e policiais
A mobilização reuniu cerca de 2 mil pessoas nas buscas realizadas por terra e água.
Ágatha e Alan foram vistos pela última vez no povoado São Sebastião dos Pretos, área rural de Bacabal, enquanto brincavam com o primo próximo à casa da avó materna.
Primo foi encontrado dias depois
No dia 7 de janeiro, o primo das crianças, Anderson Kauã, foi localizado por trabalhadores rurais cerca de 5 km do povoado, no meio do mato. Ele estava desidratado e permaneceu 15 dias internado antes de receber alta.
Pista levou até o rio
Após sair do hospital, o menino voltou com investigadores ao local onde esteve com os primos pela última vez. Cães farejadores seguiram o rastro das crianças até a margem do Rio Mearim. Essa pista levantou a hipótese de rapto e possível transporte pelo rio.
Equipes chegaram a realizar buscas do outro lado do rio, mas nenhuma evidência foi encontrada até agora.
Investigação continua
O caso segue sob investigação da Polícia Civil do Maranhão, e o inquérito ainda não foi concluído. As autoridades afirmam que as diligências continuam em andamento, mesmo sem pistas recentes.