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Caso Bacabal: irmãos seguem desaparecido há 42 dias sem vestígios no Maranhão

No dia 4 de janeiro, Ágatha Isabelly, Allan Michael e o primo Anderson Kauã (de 4, 6 e 8 anos respectivamente), desapareceram em uma área de mata próxima à comunidade quilombola São Sebastião dos Pretos.

Ágatha Isabelly, Allan Michael | Foto: Reprodução
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Quarenta e dois se passaram, e os irmãos Ágatha Isabelle, de 6 anos, e Allan Michael, de 4, continuam desaparecidos. À época, eles brincavam com um primo (que foi localizado) próximo a um matagal em Bacabal, no interior do Maranhão, quando sumiram.

Segundo o Corpo de Bombeiros, as equipes voltaram a percorrer áreas que já tinham sido vistoriadas. As buscas permanecem concentradas nos pontos mapeados no início das operações, na tentativa de identificar qualquer detalhe que ajude a esclarecer o caso. Em trechos de difícil acesso, contam com apoio de helicóptero e drones.

Ágatha Isabelly e Allan Michael | FOTO: Reprodução

ÚLTIMO RASTRO DAS CRIANÇAS

O último rastro das crianças foi encontrado por cães farejadores em uma cabana abandonada, chamada pelos policiais de “casa caída”. O local fica a cerca de 3,5 km, em linha reta, da comunidade quilombola São Sebastião dos Pretos, ponto de onde os irmãos e o primo, Anderson Kauã, desapareceram.

De acordo com a Polícia Civil, o caso é investigado por uma comissão criada especialmente para atuar na ocorrência. Dezenas de pessoas já foram ouvidas, e algumas pistas foram descartadas.

LINHA CRONOLÓGICA

  • No dia 4 de janeiro, Ágatha Isabelly, Allan Michael e o primo Anderson Kauã (de 4, 6 e 8 anos respectivamente), desapareceram em uma área de mata próxima à comunidade quilombola São Sebastião dos Pretos.
  • Três dias depois, Anderson foi localizado por um carroceiro, a 4 quilômetros do local onde desapareceu. Ele estava debilitado e sem roupas, sendo encaminhado ao Hospital Geral de Bacabal para atendimento médico e psicológico. Exames descartaram qualquer indício de violência sexual.
  • Com o passar dos dias, a operação ganhou reforços de agentes do Pará, Ceará, além do Exército, Marinha e centenas de voluntários.

As circunstâncias do desaparecimento e o paradeiro dos irmãos permanecem desconhecidos até a última atualização desta matéria.

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