Uma mulher foi assassinada a facadas no dia 9 de março deste ano, no povoado Barra Vermelha, zona rural de Caxias (MA). Desde então, a família cobra respostas das autoridades sobre o crime. À Rede Meio Norte, um parente da vítima afirmou acreditar que o autor ou autora esteja vivendo na própria comunidade, possivelmente infiltrado(a) entre os moradores.
ENTENDA:
- A vítima foi identificada como Josélia dos Santos. A mulher é mãe de três filhos;
- Segundo familiares, na tarde do dia 9 de março, Josélia teve a casa invadida e foi atacada a facadas;
- Mesmo ferida, Josélia conseguiu correr, mas caiu morta;
- Não se sabe se foi um homem ou uma mulher o responsável pelo crime, nem a motivação.
A gente não sabe, até agora não sabe, entregou na mão da polícia, a polícia não tem resposta, não recolheu nada, não concluiu nada, ninguém sabe de nada. E a família estava querendo, nem tanto a família como toda a população da comunidade, porque está todo mundo assustado, as mulheres estão assustadas, porque assim, pode ter sido um crime banal [...] a gente quer saber da polícia quantas Jóselia vão ter que morrer para poder dar uma resposta, disse Francisco das Chagas, tio do marido de Josélia.
INVESTIGAÇÃO
Conforme os familiares, até o momento, não há confirmação se o crime foi cometido por um homem ou por uma mulher. Além disso, cresce a suspeita de que o autor esteja circulando pelo próprio povoado.
Ainda segundo familiares, Josélia não tinha histórico de desavenças, nem qualquer envolvimento com o crime. No dia do assassinato, o marido da vítima estava fora do estado, trabalhando em São Paulo.
Josélia não teve os seus pertences roubados na ação, conforme os familiares.
À Rede Meio Norte, o delegado regional de Caxias, Jair Paiva, informou que a polícia já colheu diversos depoimentos e que, nesta segunda-feira (6), equipes estariam no povoado para dar continuidade às investigações.
A investigação ela é sigiloso, eu não posso estar passando dados do que aconteceu, pq os próprios familiares são suspeitos [...] a polícia está trabalhando, está investigando, eu já peguei tanto depoimento que já perdi até as contas, disse o delegado.