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Empresária morre após lipoaspiração em clínica particular de São Luís; polícia investiga

Caso será apurado pelas autoridades de saúde e polícia; clínica ainda não se pronunciou oficialmente

Empresária morre após lipoaspiração em São Luís; polícia investiga | Foto: Reprodução
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A Polícia Civil do Maranhão (PC-MA) investiga a morte da empresária Ariene Rodrigues Pereira, natural de Pinheiro, no interior do Maranhão. Ela faleceu na noite de terça-feira (20) em São Luís, após se submeter a um procedimento de lipoaspiração em uma clínica particular da capital.

O caso está sendo investigado pelo 13º Distrito Policial do Cohatrac. Nos próximos dias, serão intimadas testemunhas, familiares e os profissionais responsáveis pelo procedimento para ajudar no esclarecimento dos fatos. Além disso, o distrito policial requisitará as perícias necessárias, cujos resultados deverão auxiliar no aprofundamento das investigações.

Segundo o boletim de ocorrência registrado pela família, o procedimento transcorreu inicialmente sem intercorrências. Ariene deu entrada na clínica por volta das 8h da manhã de terça-feira (20), mas por volta das 18h, ela apresentou uma parada cardiorrespiratória súbita.

Empresária morre após lipoaspiração em São Luís; polícia investiga

O relatório médico informa que foram realizadas manobras de reanimação por cerca de 90 minutos, com o uso de medicações e desfibrilação, mas a paciente não respondeu aos procedimentos e foi declarada morta por volta das 20h.

condições clínicas pré-existentes

O boletim de ocorrência aponta condições clínicas pré-existentes, como hipotireoidismo e uso contínuo de medicação. No entanto, até o momento, a família não obteve confirmação sobre a realização de exames ou avaliação de risco cirúrgico antes do procedimento. O prontuário médico só foi entregue após a chegada da advogada da família, por volta das 23h.

A advogada da família da vítima também afirmou que houve divergências e incoerências nas informações fornecidas, e que essas questões precisam ser apuradas para garantir que não haja injustiças para nenhum dos lados.

Em nota, o Conselho Regional de Medicina do Maranhão (CRM-MA) informou que, até o momento, não recebeu uma denúncia formal sobre o caso. A entidade está realizando um levantamento inicial para avaliar as circunstâncias do ocorrido e decidir se são necessárias medidas institucionais.

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