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Homem é condenado a 16 anos de prisão por matar amigo após ser chamado de “corno”

Crime aconteceu em 2023, em Santa Luzia do Paruá; vítima foi atingida na cabeça com uma pedra durante uma discussão

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  • Gilberto Ducarmo foi condenado a 16 anos de prisão por morte de Antônio Assis, ocorrida em 12 de novembro de 2023, em Santa Luzia do Paruá.
  • A discussão entre os dois amigos começou após Antônio chamá-lo de “corno” e envolveu também um desentendimento sobre negociação de drogas.
  • Durante a briga, Gilberto atingiu Antônio com uma pedra de concreto na cabeça, causando ferimentos fatais que resultaram na morte da vítima.
  • O julgamento ocorreu em 9 de setembro no Tribunal do Júri de Santa Luzia do Paruá, presidido pela juíza Giulia Pires de Brito.
  • Gilberto foi condenado a 16 anos de reclusão pela morte de Antônio Assis, segundo o processo judicial.
Homem é condenado a 16 anos de prisão por matar amigo com pedrada na cabeça | Foto: Divulgação/TJMA
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Gilberto Ducarmo foi condenado a 16 anos de prisão pela morte de Antônio Assis, ocorrida em 12 de novembro de 2023, em Santa Luzia do Paruá, no Maranhão. Segundo os autos, os dois eram amigos e discutiram antes de Antônio ser atingido na cabeça por uma pedra de concreto.

De acordo com o processo, a discussão teria começado depois que Antônio chamou Gilberto de “corno”. Os autos também apontam outra possibilidade para o início do desentendimento: um desacerto relacionado a uma negociação de drogas entre os dois.

Discussão terminou em agressão

Segundo a apuração policial e as informações apresentadas no processo, Gilberto e Antônio faziam uso de drogas e estavam juntos no dia do crime, quando começaram a discutir.

Ainda conforme a acusação, durante o desentendimento, Gilberto pegou uma pedra de concreto e atingiu Antônio com força na cabeça. Fios de cabelo da vítima ficaram presos à pedra após o golpe.

Antônio foi socorrido e levado ao hospital, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.

Condenação pelo Tribunal do Júri

Gilberto foi julgado em 9 de setembro pelo Tribunal do Júri de Santa Luzia do Paruá. A sessão foi presidida pela juíza Giulia Pires de Brito, titular da comarca.

Ao final do julgamento, ele foi condenado a 16 anos de reclusão pela morte de Antônio.

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