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Jovem assassinado por grupo armado com metralhadora em Timon não tinha passagens pela polícia, diz PM

Imagens de câmeras de segurança registraram a ação de um grupo formado por cinco a seis indivíduos.

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  • Jovem de 21 anos é assassinado a tiros por grupo armado em Timon, no Maranhão, durante madrugada de sexta-feira.
  • Crime ocorreu na Rua Axé, bairro Cidade Nova 1, após abordagem de cinco a seis suspeitos em estabelecimento comercial.
  • Vítima foi arrastada, agredida e atingida por seis disparos nas costas, resultando em morte no local.
  • Outras vítimas foram levadas para Parque Aliança, onde sofreram agressões e mantiveram contato com facção criminosa.
  • Policia Militar e Civil investigam assassinato, mas nenhum suspeito foi preso até o momento.
Dogilvan Martins Santos Júnior | Foto: Reprodução
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O jovem Dogilvan Martins Santos Júnior, de 21 anos, assassinado a tiros por um grupo armado durante a madrugada desta sexta-feira (23), em Timon, no Maranhão, não possuía passagens pelo sistema criminal. A informação foi confirmada pela Polícia Militar. Até o momento, nenhum suspeito foi preso.

O crime aconteceu na Rua Axé, no bairro Cidade Nova 1. Imagens de câmeras de segurança registraram a ação de um grupo formado por cinco a seis indivíduos, que chegou à calçada de um estabelecimento comercial conhecido como “Jacaré” e abordou os jovens que estavam no local.

Durante a abordagem, os suspeitos agrediram as vítimas com chutes e coronhadas. Conforme relatos de testemunhas, os homens afirmaram que levariam os jovens para o chamado “tribunal do crime”, no bairro Parque Aliança, região que teria sido indicada pelo grupo como destino das vítimas.

Dogilvan foi arrastado por um dos suspeitos e tentou escapar, mas acabou atingido por aproximadamente seis disparos nas costas. Ele não resistiu aos ferimentos e morreu no local.

Outras vítimas também foram agredidas

Após o assassinato, os demais jovens abordados foram levados para a região do Parque Aliança, onde, segundo informações repassadas à Polícia Militar, continuaram sendo submetidos a agressões físicas.

Durante o período em que estiveram sob o poder dos suspeitos, os agressores teriam mantido contato telefônico com integrantes de uma facção criminosa. As vítimas foram liberadas algum tempo depois.

Até o momento, não há registro de prisões relacionadas ao caso. A Polícia Civil apura as circunstâncias do assassinato.

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