- Adriana Ribeiro Pacheco, de 31 anos, foi encontrada morta na residência de Viana, na Baixada Maranhense, na manhã desta segunda-feira.
- O corpo da vítima apresentava ferimentos compatíveis com agressões por objeto contundente, e o companheiro, Romário, é suspeito do crime.
- A criança de quatro anos testemunhou o crime e informou que o agressor utilizou um cabo de vassoura para golpear a mãe.
- A polícia investiga o caso como feminicídio, com a porta da residência parcialmente danificada e Romário foragido.
- A Secretaria de Segurança Pública informa que a Polícia Civil realiza diligências para localizar o suspeito e esclarecer as circunstâncias do crime.
Uma mulher foi encontrada morta na manhã desta segunda-feira (31), no povoado Estrela, zona rural de Viana, na Baixada Maranhense. A vítima foi identificada como Adriana Ribeiro Pacheco, de 31 anos. O caso é investigado pela Polícia Civil do Maranhão como feminicídio.
Segundo o relatório policial, Adriana foi encontrada morta dentro da residência onde morava com o companheiro, Romário de Jesus Campos Pinto, e o filho dela, de quatro anos. O homem é suspeito do crime e está foragido. O corpo apresentava múltiplos hematomas e ferimentos no rosto e na cabeça, compatíveis com agressões provocadas por um objeto contundente.
Criança estava na residência
O filho de Adriana estava no local no momento do crime. Segundo relatos registrados pela polícia, a criança teria informado que o agressor utilizou um cabo de vassoura para golpear a mãe. A morte foi descoberta depois que um vizinho ouviu o choro intenso da criança após o amanhecer e foi até a residência para verificar a situação.
De acordo com a investigação, Adriana e Romário mantinham um relacionamento que, segundo familiares, era marcado por conflitos. Parentes da vítima disseram que já haviam orientado Adriana a encerrar a relação, por temerem que ela estivesse em risco.
O pai da vítima também informou à polícia ter ouvido relatos de que Adriana já teria sido agredida por Romário em Pedro do Rosário. Ele afirmou, porém, não saber em quais circunstâncias essas agressões teriam ocorrido.
Polícia investiga o caso
A porta da frente da residência estava parcialmente danificada, e uma das peças removidas pode ter sido utilizada no crime, segundo o relatório policial. A Polícia Civil esteve no local na manhã desta segunda-feira e iniciou as investigações. Romário de Jesus Campos Pinto é apontado como suspeito.
Em nota, a Secretaria de Estado da Segurança Pública informou que a Polícia Civil realiza diligências para esclarecer as circunstâncias do crime e localizar o suspeito. As providências necessárias para efetuar a prisão estão sendo adotadas.