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Polícia investiga suspeita de estupro coletivo em escola estadual no Maranhão

Quatro adolescentes são apontados como envolvidos em caso ocorrido dentro de unidade estadual em Alcântara

Delegacia de Alcântara (MA) | Foto: Reprodução/Polícia Civil
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A Polícia Civil do Maranhão investiga um caso análogo a estupro coletivo envolvendo adolescentes em uma escola estadual no município de Alcântara, a cerca de 30 km de São Luís. O caso teria ocorrido na segunda-feira passada (13) e também é acompanhado pelo Ministério Público do Estado do Maranhão.

Relato da vítima

De acordo com o boletim de ocorrência, a vítima, uma estudante de 17 anos, relatou ter sido abordada por quatro colegas dentro da escola. Um deles teria oferecido R$ 100 para que ela mantivesse relações sexuais com outro aluno.

Após a recusa, um dos estudantes a ameaçou de denunciá-la à direção da escola por uso de celular, prática proibida na unidade. 

Segundo o relato, a adolescente foi ameaçada e levada para uma sala, onde o abuso teria ocorrido. Ainda conforme a denúncia, um dos suspeitos teria filmado a ação, enquanto outros dois permaneceram do lado de fora segurando a porta.

Denúncia e início da investigação

A Delegacia de Alcântara informou que a escola não comunicou o caso imediatamente às autoridades nem acionou o Conselho Tutelar. A investigação teve início após denúncia anônima feita na sexta-feira (17), quatro dias depois do ocorrido.

O Conselho Tutelar foi acionado, e a vítima, acompanhada da mãe, prestou depoimento. A adolescente também foi encaminhada para exame de corpo de delito em São Luís.

Adolescentes serão ouvidos

Segundo a polícia, os quatro adolescentes suspeitos foram identificados e serão intimados a prestar depoimento. Gestores e professores da escola também devem ser ouvidos ao longo da investigação.

Imagens do sistema de segurança da unidade foram solicitadas e devem integrar o conjunto de provas.

Os estudantes apontados como suspeitos foram suspensos das atividades escolares. Em nota, a Secretaria de Estado da Educação (Seduc) informou que acompanha o caso e colabora com as investigações.

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