De acordo com as informações recebidas pela família, o corpo de Mateus estaria em uma área de alto risco e sob controle das forças inimigas. Por causa das condições de segurança, os militares ainda não teriam conseguido retirá-lo do local.
Diana afirmou que o Exército da Ucrânia não teria reconhecido oficialmente a morte porque o corpo ainda não foi resgatado. Segundo o relato recebido pela família, os soldados teriam que percorrer cerca de 30 quilômetros carregando o corpo até um local onde um veículo pudesse levá-lo para uma base militar.
A mãe pretende buscar auxílio do consulado brasileiro e orientação jurídica para entender os procedimentos necessários. Inicialmente, a família desejava trazer o corpo para o Brasil, mas teria sido informada sobre as dificuldades e os custos elevados do traslado.
Uma das possibilidades seria o sepultamento de Mateus em um cemitério destinado aos militares mortos na guerra, na Ucrânia.
“No Cemitério dos Heróis, onde são enterrados os soldados mortos na guerra, pelo menos haverá esse reconhecimento. Mas isso não tira o reconhecimento que ele já tem aqui. Meu filho é um herói. Lembrem-se dele como um herói. A mãe do herói está aqui. Eu sou a mãe do herói”, declarou.