SEÇÕES

Vereador de Timon suspeito de mandar matar homem se manifesta pela primeira vez

Kaká do Frigo Sá é acusado de encomendar a morte de Antônio de Pádua Cunhas Santos, crime que aconteceu no dia 15 de janeiro de 2023

Vereador Kaká do Frigo Sá, de Timon, se manifesta após se tornar réu em processo de assassinato. | Foto: Reprodução/TV Meio
Siga-nos no

O vereador de Timon Luís Carlos da Silva Sá, conhecido como Kaká do Frigo Sá (Agir), se manifestou pela primeira vez após se tornar réu no processo em que é acusado de ser o mandante de um assassinato ocorrido em 2023, no interior do Maranhão.

Kaká é acusado de encomendar a morte de Antônio de Pádua Cunhas Santos, crime que aconteceu no dia 15 de janeiro de 2023, no município de Matões (MA). De acordo com a acusação, o vereador teria oferecido R$ 100 mil para a execução do homicídio.

Em razão do andamento do processo, a Justiça decretou a prisão preventiva do parlamentar em 17 de julho do ano passado. No entanto, no último dia 4 de janeiro, o Tribunal de Justiça do Maranhão concedeu habeas corpus, permitindo que ele responda ao processo em liberdade.

A decisão foi assinada pelo desembargador José Jorge Figueiredo dos Anjos, que substituiu a prisão por medidas cautelares, entre elas o uso de tornozeleira eletrônica, comparecimento periódico à Justiça, proibição de sair da comarca e restrições de acesso a determinados locais.

O QUE ELE DISSE

Após a decisão, Kaká do Frigo Sá publicou uma nota nas redes sociais. No texto, ele afirma que se afastou para “entender a situação, preservar minha imagem e cultuar o silêncio necessário”. O vereador também declarou que confia na Justiça e que pretende provar sua inocência durante o processo.

Nota divulgada nas redes sociais do vereador Kaká do Frigo Sá | Imagem: Redes sociais

“Esta decisão proferida em meu favor me possibilitará acompanhar o processo em liberdade e ter condições de mostrar categoricamente minha inocência por meio de provas apresentadas ao juízo da causa”, escreveu.

Na manifestação, Kaká afirmou ainda que “nada contra mim foi ou será provado” e que permanece à disposição da Justiça para prestar esclarecimentos. Ele encerrou a nota agradecendo o apoio recebido e citando um trecho bíblico.

Ao conceder o habeas corpus, o desembargador entendeu que não havia elementos que justificassem a manutenção da prisão preventiva, como risco de fuga, ameaça à ordem pública ou interferência nas investigações.

Tópicos
Carregue mais
Veja Também