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Anvisa aprova 1ª versão nacional de caneta que usa princípio do Ozempic

Ozivy, da EMS, usa o mesmo princípio ativo do Ozempic e do Wegovy e é o primeiro medicamento baseado em semaglutida a obter registro no Brasil desde a abertura do mercado para novos concorrentes.

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  • A Agência Nacional de Vigilância Sanitária aprovou o registro do Ozivy, medicamento da EMS.
  • Ozivy é baseado na semaglutida, princípio ativo dos medicamentos Ozempic e Wegovy.
  • Produto foi registrado como "medicamento novo" após meses de avaliação técnica da ANVISA.
  • Ozivy será vendido em solução injetável para aplicação subcutânea, com diferentes volumes.
Semaglutida, ozempic | Foto: Imagem de Freepik
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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária aprovou o registro do Ozivy, medicamento fabricado pela EMS e desenvolvido à base de semaglutida. A decisão representa a primeira aprovação de um concorrente nacional da substância após o fim da patente da Novo Nordisk no Brasil.

A semaglutida é o princípio ativo dos medicamentos Ozempic, indicado para diabetes tipo 2, e Wegovy, aprovado para tratamento da obesidade. Após o encerramento da patente, em março deste ano, diversas farmacêuticas passaram a disputar espaço em um mercado bilionário impulsionado pela alta procura pelas chamadas “canetas emagrecedoras”.

Produto foi registrado como “medicamento novo”

O Ozivy foi aprovado por meio da modalidade de desenvolvimento abreviado, utilizada para medicamentos baseados em substâncias já conhecidas, mas que ainda precisam comprovar qualidade, segurança e eficácia perante a agência reguladora.

A autorização foi concedida após meses de avaliação técnica da Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Em abril, a agência havia negado pedidos de registro semelhantes por falhas em documentação e comprovação de requisitos técnicos.

Medicamento será vendido em solução injetável

Segundo a publicação oficial, o Ozivy foi aprovado em apresentações de solução injetável para aplicação subcutânea, com diferentes volumes e acompanhadas de canetas aplicadoras e agulhas.

Apesar da aprovação regulatória, a EMS ainda não informou quando o medicamento chegará às farmácias. Antes da comercialização, a empresa precisará concluir etapas como definição de preço, produção dos primeiros lotes e distribuição ao varejo farmacêutico.

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