Em fevereiro de 2026, os preços do boi gordo romperam a barreira dos 350/@ em São Paulo – com lotes de “boi China” alcançando R$ 355/@ –, patamares que não eram registrados no mercado desde novembro de 2024.
Certamente, a rápida disparada nos preços da arroba animou os pecuaristas brasileiros, e, possivelmente, nas rodas de conversas entre eles, surgiram perguntas como: “Será que, agora, o boi ultrapassará os R$ 400/@? Ou poderá ir muito além disso, aproximando-se dos R$ 600/@?”
Os donos das boiadas têm todo o direito de “pensar grande”, afinal, a virada do ciclo de preços – rumo à fase de alta – bateu à porta da pecuária brasileira. Para alguns analistas, esse movimento já está em curso; para outros, está prestes a começar. A percepção predominante, porém, é de que 2026 será o primeiro ano de mudança de ciclo, a menos que surja alguma crise de grande magnitude, como um trágico ressurgimento da febre aftosa no Brasil.