- Heineken nomeia Rafael Oliveira como novo presidente-executivo e presidente do conselho de administração.
- O executivo assume a liderança global a partir de 1º de outubro, com mandato de quatro anos.
- O novo CEO foi escolhido após processo global e considerado unanimemente pelo conselho de supervisão.
- Ações da Heineken subiram 3% após anúncio, atingindo nível mais alto desde março.
- Ex-CEO Dolf van den Brink deixou cargo após seis anos, após saída inesperada em janeiro.
A cervejaria holandesa Heineken anunciou nesta terça-feira (23) a nomeação de Rafael Oliveira como novo presidente-executivo e presidente do conselho de administração. Esta é a primeira vez que a companhia escolhe um executivo externo para assumir a liderança global da empresa.
A decisão acontece em um momento em que o setor de bebidas alcoólicas busca impulsionar vendas por meio de mudanças na liderança e novas estratégias de mercado. A Heineken é a segunda maior cervejaria do mundo.
Perfil do novo CEO
Rafael Oliveira é atualmente CEO da JDE Peet’s, empresa holandesa do setor de café e chá, cargo que ocupa desde 2024. Ele deverá ingressar na Heineken a partir de 1º de outubro, com mandato previsto de quatro anos. Segundo a companhia, o executivo foi escolhido após uma busca global rigorosa, sendo considerado unanimemente pelo conselho de supervisão.
A Heineken afirmou que espera que o novo CEO acelere a estratégia da empresa até 2030, reforçando a visão de crescimento de longo prazo. A empresa destacou a combinação de visão estratégica, experiência operacional e conhecimento financeiro como fatores decisivos para a escolha do executivo.
Mercado reage positivamente ao anúncio
Após a divulgação da nomeação, as ações da Heineken registraram alta de cerca de 3%, superando o desempenho geral do mercado. O papel atingiu o nível mais alto desde março, refletindo a reação positiva dos investidores. O ex-CEO Dolf van den Brink deixou o cargo após seis anos de liderança e anunciou sua saída inesperada em janeiro.
Desde o início de junho, a empresa estava sem presidente-executivo, o que aumentava a expectativa do mercado por uma nova nomeação.