Fernando de Noronha reúne praticamente todos os fatores capazes de encarecer uma viagem. O arquipélago fica a 545 quilômetros de Recife e o acesso regular é feito principalmente por avião. Segundo a administração de Noronha, há voos diários partindo da capital pernambucana, com aproximadamente uma hora de duração.
O isolamento influencia também hospedagem, alimentação e serviços, já que boa parte dos produtos consumidos precisa chegar do continente. Além disso, o turista precisa colocar na conta as cobranças ambientais. A Taxa de Preservação Ambiental (TPA) de 2026 custa R$ 105,79 para um dia e aumenta conforme a permanência: são R$ 520,50 para cinco dias e R$ 672,85 para sete dias.
Quem pretende visitar áreas do Parque Nacional Marinho ainda precisa considerar o ingresso específico. Trilhas, mergulhos, passeios de barco, Ilha Tour e outras experiências adicionam novas despesas ao roteiro. É justamente a combinação entre passagem, logística insular, taxas, hospedagem e atividades que mantém Noronha entre os destinos de maior orçamento do país.
O que pesa no bolso: passagem aérea, taxas ambientais, hospedagem, alimentação e passeios marítimos.