A Braskem, sediada na Bahia, permanece como a gigante do Nordeste com receita líquida de R$ 105,625 bilhões, resultado que a coloca no topo regional. Em seguida aparece a Suzano, também baiana, com R$ 40,965 bilhões, reforçando a capacidade industrial do estado nos segmentos de química, petroquímica e papel e celulose.