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Distribuidoras alertam governo sobre riscos ao abastecimento de combustível

Sindicom afirma que suas distribuidoras têm observado um aumento relevante da demanda por produtos, porém relatam cortes nas cotas de fornecimento

Carro sendo abastecido em posto | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
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O Sindicom enviou um ofício ao governo federal apontando riscos ao abastecimento nacional de combustíveis. No documento, o sindicato pede que a Petrobras retome os leilões de diesel e gasolina, que foram cancelados nesta semana.

Alta demanda e cortes no fornecimento

Segundo o Sindicom, as distribuidoras têm registrado um aumento significativo da demanda, ao mesmo tempo em que enfrentam:

  • cortes nas cotas de fornecimento;

  • negativa de pedidos adicionais nos meses de março e abril.

A entidade afirma que essa situação compromete o fluxo regular de produtos no país. O sindicato representa grandes empresas do setor, como Vibra Energia, Ipiranga e Raízen.

Cenário internacional pressiona mercado

De acordo com a entidade, o mundo enfrenta um dos choques mais severos da história recente no setor de energia, o que tem elevado os preços e intensificado a disputa global por combustíveis.

O cenário global atravessa um dos choques mais severos da história recente, elevando preços e intensificando a disputa internacional por suprimentos, afirmou o Sindicom.

Incertezas no Brasil preocupam setor

No cenário interno, o sindicato aponta problemas como:

  • falta de diretrizes claras na política de preços;

  • incerteza no atendimento dos pedidos pela Petrobras;

  • instabilidade no calendário de leilões;

  • cancelamento inesperado de certames.

Segundo o documento, esses fatores comprometem a previsibilidade operacional e dificultam o planejamento estratégico das distribuidoras, aumentando o risco de impactos no abastecimento em todo o país.

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