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Empregados da Caixa Econômica rejeitam proposta da empresa e greve continua

A proposta da empresa, rejeitada hoje, ampliaria de 6,5% para 9% da folha de pagamento o teto de participação do banco no custeio do Saúde Caixa, a partir de 2027.

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  • Empregados da Caixa Econômica Federal mantiveram greve nacional após rejeitar proposta de renovação do ACT.
  • Assembleia virtual rejeitou proposta da empresa, que aumentaria contribuição para Saúde Caixa de 6,5% para 9%.
  • Greve começou após rejeição da proposta de renovação do Acordo Coletivo de Trabalho por mais de 90% das bases sindicais.
  • Trabalhadores reivindicam melhorias no Saúde Caixa e outros itens do acordo negociado desde junho.
  • Comando da greve deve anunciar próximos passos do movimento em breve.
Agência da Caixa | Foto: Valter Campanato/Agência Brasil
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Empregados da Caixa Econômica Federal decidiram manter a greve nacional iniciada no dia 10 de setembro. A proposta da empresa foi rejeitada em assembleia virtual realizada na segunda-feira (21) à tarde. O comando da greve deverá anunciar os próximos passos do movimento em breve.

A greve teve início após os empregados rejeitarem a proposta de renovação do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) e decidirem pela greve nacional. Segundo a Comissão Executiva dos Empregados (CEE), mais de 90% das bases sindicais rejeitaram a proposta apresentada pela instituição.

Entre os principais pontos de divergência, e uma das principais pautas de reivindicação, está o Saúde Caixa, plano de assistência médica dos empregados. Trabalhadores também reivindicam avanços em outros itens do acordo específico, negociados desde junho.

A proposta da empresa, rejeitada hoje, ampliaria de 6,5% para 9% da folha de pagamento o teto de participação do banco no custeio do Saúde Caixa, a partir de 2027.

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