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Faturamento chega a bilhões! Quem são os poderosos do agronegócio do Piauí - FAMÍLIA BORTOLOZZO

Com atuação em culturas como soja, milho, algodão e eucalipto, além de projetos voltados para bioenergia e irrigação, essas empresas ajudam a posicionar o estado entre os protagonistas da produção agrícola brasileira. - FAMÍLIA BORTOLOZZO

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O Cerrado piauiense consolidou-se nas últimas décadas como uma das principais fronteiras agrícolas do Brasil. Impulsionado por investimentos bilionários, tecnologia e expansão da produção de grãos e fibras, o estado abriga grupos empresariais que movimentam cifras expressivas e transformaram municípios do sul do Piauí em polos do agronegócio nacional.

Com atuação em culturas como soja, milho, algodão e eucalipto, além de projetos voltados para bioenergia e irrigação, essas empresas ajudam a posicionar o estado entre os protagonistas da produção agrícola brasileira.

GRUPO CANEL

A trajetória da família Bortolozzo no Piauí começou em 1988, quando os empresários deixaram o interior paulista para investir no sul do estado. Em Uruçuí, o grupo estruturou um complexo agroindustrial voltado à produção de soja, milho, algodão e eucalipto.

Ao longo dos anos, os negócios foram ampliados com a criação da Lavoro, empresa que atua em diferentes segmentos ligados ao agronegócio, incluindo beneficiamento de algodão, fabricação de ração, extrusão e avicultura.

O reconhecimento da atuação da empresa ultrapassou as fronteiras do país. O diretor Sérgio Luiz Bortolozzo participou de iniciativas ligadas à Organização das Nações Unidas (ONU) e atualmente preside a Sociedade Rural Brasileira, uma das entidades mais influentes do setor.

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